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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

¨¨¨Landisvalth Blog: A triste história de um professor e de um país

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¨¨¨Landisvalth Blog: Piso de R$ 1.451 para professores é divulgado pelo...: RENATO MACHADO – da Folha de São Paulo. O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira o novo valor do piso salarial...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

¨¨¨Landisvalth Blog: Mensagem circula na Internet e chama brasileiro de...

¨¨¨Landisvalth Blog: Mensagem circula na Internet e chama brasileiro de...: Uma mensagem carregada de revolta circula amplamente na Internet e está carregada de adjetivos negativos contra o povo brasileiro. Há adje...

Seca levou civilização maia ao colapso


RICARDO BONALUME NETO – da Folha de São Paulo
O colapso da civilização maia, da América Central, ocorreu devido a uma modesta queda nos níveis de chuva da região, suficiente para reduzir drasticamente a população durante um declínio que durou cerca de 200 anos. É o que afirma um novo estudo dos registros climáticos antigos. Os dados ajudam a entender como o colapso pôde ocorrer gradualmente, em vez de acontecer de modo dramático e repentino.A nova pesquisa contraria a hipótese de que a crise dessa civilização teria começado a partir de uma seca intensa entre os anos 800 e 1000 da Era Cristã.
MISTÉRIO
O declínio da avançada civilização maia, que tinha uma forma de escrita e produziu grandes monumentos de pedra, como palácios e pirâmides, sempre foi algo misterioso para os arqueólogos. Alguns pesquisadores especularam que o colapso poderia ter sido causado por guerras ou revoltas de camponeses. Outros têm explicações ecológicas, como a queda da capacidade do ambiente de sustentar uma população com água e alimento. Martín Medina-Elizalde, do Centro de Investigação Científica do Yucatán, México, e Eelco Rohling, da Universidade de Southampton, Reino Unido, publicaram seus achados na edição desta sexta-feira da revista americana "Science".
QUÍMICA
Eles usaram a análise de variantes de elementos químicos em sedimentos em lagos da região da península de Yucatán e em uma estalagmite (formação rochosa criada pelo gotejar de água e minerais depositados em cavernas). Ambos são fontes importantes de dados sobre as chuvas e a evaporação ocorridas no passado. Para Rohling, as reduções na chuva "representam apenas de 25% a 40% na chuva anual. Mas foram grandes o bastante para a evaporação se tornar dominante sobre a queda de chuva, e a disponibilidade de água foi rapidamente reduzida. Os dados sugerem que a principal causa foi uma redução da atividade de tempestades de verão". A falta de água afetaria tanto o campo quanto as cidades. O verão era a principal estação para o cultivo. E o armazenamento de água nas cidades também seria afetado. Secas em anos subsequentes causariam o abandono de centros urbanos. "Apesar das evidências sugerindo que a mudança climática não explica completamente os complexos eventos geográficos e sociopolíticos do período do declínio maia, registros de paleoclima e evidências arqueológicas sugerem que a época foi pontuada por uma série de eventos de seca, que provavelmente provocaram significativas rupturas na sociedade", dizem os autores do estudo. Curiosamente, segundo eles, a redução de chuva teria sido semelhante àquela que poderá ocorrer na mesma região, de acordo com estudos atuais, por conta do aquecimento global. Segundo Medina-Elizalde, "há diferenças, mas o alerta é claro. O que parece ser uma redução menor na disponibilidade de água pode levar a problemas importantes e duradouros". Outras regiões no mundo com clima parecido poderão ter problemas semelhantes. "Hoje temos o benefício dessa consciência e temos de levá-la em conta."

Ana Dalva News: Entrevista de Gama Neves ao Jornal Impacto, de Jor...

Ana Dalva News: Entrevista de Gama Neves ao Jornal Impacto, de Jor...: Presidente do Democratas de Heliópolis e pré-candidato a prefeito afirma que o que era para ser o “novo”, infelizmente “envelheceu” muito ...

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

¨¨¨Landisvalth Blog: Esfera cai do céu no Maranhão e assusta moradores

¨¨¨Landisvalth Blog: Esfera cai do céu no Maranhão e assusta moradores: Analistas dizem ser resto de um foguete francês Aliny Gama Do UOL , em Maceió A esfera é uma provável parte de um foguete francês ...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

¨¨¨Landisvalth Blog: Superação: Estudante passa em 11 vestibulares de M...

¨¨¨Landisvalth Blog: Superação: Estudante passa em 11 vestibulares de M...: Mariana com a mãe: exemplo de superação. Uma estudante de apenas 19 anos de Pouso Alegre, no Sul de Minas, foi aprovada no curso de m...

Por que morrem tantos fotógrafos de guerra?


LEÃO SERVA – especial para a FOLHA DE SÃO PAULO
Kevin Carter venceu com esta foto o Pulitzer de 1994 (uma criança subnutrida observada por um abutre, no Sudão).
A morte do cinegrafista francês Gilles Jacquier, 43, na cidade de Homs, na Síria, no dia 11 de janeiro, vem se somar a uma longa lista de repórteres de imagens mortos em áreas de conflito na história recente do jornalismo.
Antes dele, a Primavera Árabe já tinha tirado de um só golpe a vida de dois importantes fotógrafos de guerra da atualidade, o inglês Tim Hetherington e o americano Chris Hondros. Os dois morreram na Líbia, em abril de 2011, atingidos por um morteiro disparado pelo Exército do ditador Muammar Gaddafi em Misrata, cidade controlada pelos rebeldes (que viriam a vencer a guerra civil no país). O petardo ainda feriu outros dois fotógrafos.
Hetherington vinha de anos de produção consagradora cobrindo a ocupação americana do Afeganistão. Ali, ele fez a foto que ganhou o Prêmio World Press (o "Oscar do fotojornalismo") de 2007 e realizou, com câmera de última geração, o longa "Restrepo", indicado ao Oscar de documentário e escolhido como melhor filme do festival Sundance em 2010.
Em entrevista à então correspondente da Folha em Washington, Andrea Murta, no lançamento do filme, Hetherington disse que "é muito fácil ficar viciado" em guerras. A frase lembra a de Duck, personagem do filme "A Caçada" (2007), ficção baseada em fatos reais na Bósnia: "Estar tão perto da morte e sentir-se assim tão vivo é viciante. Quem disser o contrário estará mentindo".
A morte de Hetherington teve várias coincidências com a do maior fotógrafo de guerra de todos os tempos, Robert Capa (1913-54), no Vietnã. Ambos morreram aos 40, em conflitos assimétricos, em países do terceiro mundo, já consagrados e experimentando uma ampliação da carreira para o cinema.
Guerras matam muitos jornalistas. Mas, entre eles, fotógrafos e cinegrafistas são as principais vítimas. E a proporção cresceu nos últimos tempos. Relatório da ONG internacional Comitê para a Proteção de Jornalistas aponta que 40% dos jornalistas mortos em ação em 2011 eram fotógrafos ou cinegrafistas, o dobro da média histórica apurada desde 1992.
Ao produzir suas imagens, muitas vezes os repórteres fotográficos se expõem a riscos. Até mesmo jornalistas de texto ou de voz estão convictos de que os de imagem são os mais valentes, como escreve David Halberstam em "Requiem", homenagem aos 135 fotógrafos que perderam a vida na mesma guerra do Vietnã que matou Capa: "Nós, jornalistas de texto, sempre soubemos que os fotógrafos eram realmente os corajosos. Só existe uma forma de eles produzirem intimidade com a cena: serem testemunhas oculares".
Há várias razões para essa exposição ao risco. O vício mencionado por Hetherington pode ser uma delas, mas certamente tem grande importância a ideia expressa na frase de Capa: "Se suas fotos não estão boas o suficiente, é porque você ainda não está perto o suficiente", como consta no livro "Ligeiramente Fora de Foco" [trad. José Rubens Siqueira, Cosac Naify, 296 págs., R$ 69], que narra sua participação na Segunda Guerra Mundial.
Desde Capa, a proximidade do repórter fotográfico em relação ao objeto passou a ser uma lei da fotografia, um regimento profissional, que prescreve opções subjetivas, estéticas, as quais se confundem com imposições técnicas e objetivas. O mandamento de Capa constituiu uma gramática da fotografia de guerra (o sujeito deve estar junto de seu objeto), mas impõe um efeito colateral: a morte frequente.
TELEOBJETIVAS
Ao aplicar sua concepção teórica, Capa recusava as teleobjetivas, preferindo as lentes de 50 mm, que os fotógrafos chamam de "lente normal" por ser a que melhor reproduz o ângulo de visão do homem.
A 50 mm capta a imagem de objetos que estão em um campo de 45º à frente, muito semelhante ao campo de visão do olho humano. Mais longas, as teles só deixam entrar a imagem de objetos que estão num pequeno campo de visão. Por isso eles parecem tão ampliados: porque uma pequena fração da imagem ocupará toda a foto.
Uma tele de 600 mm tem um campo visual de apenas 4°. Esse "afinamento" provoca outro efeito: a perspectiva se desfaz, some a percepção das diferentes distâncias dos objetos, tudo o que aparece na foto parece estar à mesma distância. A tele "chapa" o fundo, como acontece com a visão de um homem que vê com um só olho.
Ao dizer que uma foto é boa quando feita de perto, portanto, Capa elabora um conceito estético mas também técnico, a partir da geometria, em busca do que considera a perspectiva "verdadeira".
ÉTICA
Sua ideia tem também uma decorrência ética: se a foto feita de longe distorce a posição dos elementos, ela fere o princípio de fidelidade do jornalismo.
Um fotógrafo, no entanto, usou a teleobjetiva para produzir uma grande foto cujo impacto vem exatamente da redução da profundidade. O sul-africano Kevin Carter foi colhido por uma polêmica em 1994, quando conquistava um dos maiores prêmios do jornalismo internacional, o Pulitzer.
Carter era parte de uma turma de jovens e audazes fotógrafos brancos, nascidos na África do Sul do apartheid, que se destacara na cobertura dos conflitos que quase resultaram em guerra civil na transição para a democracia multirracial criada sob o governo de Nelson Mandela, no início dos anos 1990.
Kevin e seus amigos estavam sempre a postos para testemunhar casos de violência, conforme conta o "Clube do Bangue-Bangue" [trad. Manoel Paulo Ferreira, Companhia das Letras, 344 págs., esgotado], escrito por dois deles, Greg Marinovich e João Silva.
Carter foi para o Sudão em março de 1993, para documentar a guerra civil entre tribos cristãs e o governo islâmico. Lá, fez uma foto muito impressionante num acampamento de refugiados: um menino subnutrido à beira da exaustão é observado por um abutre que parece esperar sua morte.
A foto é chocante. Publicada pelo "New York Times", correu o mundo. No ano seguinte, ganhou o Pulitzer de fotografia, o que deflagrou uma intensa polêmica: o que ele fez para salvar a criança? Como fotógrafo, buscou a foto chocante em vez de espantar o bicho?
A polêmica, porém, é toda imotivada: a foto sugere algo irreal. Há uma ilusão de óptica: a imagem foi feita com uma tele de 180 mm, que distorce a perspectiva. O abutre parece estar mais perto, o que dá a falsa impressão de espreita.
Carter caiu em depressão meses depois de receber o prêmio e veio a se matar no mesmo ano. Sua foto é um exemplo de como a aura de pecado se abate sobre quem não segue o mandamento de Capa.
NAVALHA
A administração da distância é o fio da navalha sobre o qual se move o fotógrafo: se fica muito longe, não consegue uma cobertura "quente"; se chega muito perto, corre perigo de morte. Ao mesmo tempo, a proximidade expõe ao risco de produzir um retrato parcial do conflito.
O senso comum fixou a ideia de que o risco é inerente à fotografia de guerra, uma vez que ela só poderia se realizar a pequena distância do fato, o que muitas vezes implica risco de morte ou parcialidade. A tensão entre proximidade, risco e adesismo se cristalizou no cinema em filmes que têm fotógrafos como personagens, como "Sob Fogo Cerrado" (1983), de Roger Spottiswoode, "Salvador, O Martírio de um Povo" (1986), de Oliver Stone, e "Antes da Chuva" (Milcho Manchevski, 1994).
Mas uma análise dos equipamentos e da técnica fotográfica revela que a necessidade de proximidade em relação à fonte do risco de morte é falsa. O exemplo mais conhecido é a cobertura de eventos esportivos. A fotografia esportiva mostra que hoje já é possível retratar as cenas com precisão sem chegar tão perto.
EVOLUÇÃO
Depois de anos de uma evolução estética que resultou em fotos absolutamente fechadas (em vez de um gol, o fotojornalismo dos anos 80-90 tentava mostrar detalhes como a expressão facial do autor do gol ao chutar), a foto esportiva vem recuperando os planos abertos, que permitem ver as jogadas e seus contextos.
Paralelamente, a evolução dos equipamentos, com a fotografia digital superando a resolução dos filmes químicos, torna possível, por exemplo, captar a imagem de um campo de futebol inteiro e recortar da imagem a cena específica que interessa publicar.
Essa possibilidade técnica, no entanto, tem sido refutada sob o argumento de que pode significar falseamento. É uma decisão coerente com o mandamento de Capa, mas que não se justifica à luz da técnica em si, e possivelmente nem da ética, caso se compare o ganho, com a redução de mortos e feridos, com os riscos de eventual adulteração da imagem (até porque os registros que a câmera eletrônica produz sobre seus fotogramas são detalhados como um RG e podem ser usados para conhecer as alterações feitas no original).
Da mesma forma que nos estádios olímpicos, os recursos técnicos já poderiam dar aos repórteres fotográficos a chance de documentar cenas de conflito sem necessariamente se aproximar tanto de seu objeto.
Então, por que morrem tantos fotógrafos de guerra? Morrem por uma ideologia.

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¨¨¨Landisvalth Blog: Ativistas do Femen dizem que corpo é "arma poderos...: Elise Barthet - do Le Monde , na Ucrânia e do UOL. Sasha Chevtchenko exibe seu peito como se brandisse uma arma em punho. Esbelta, or...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Alumiar fala sobre o coquetel de lançamento do livro “PROSA POÉTICA IMPURA”, de Maurício Ramonnd


O escritor, Maurício Ramonnd, realizou – com o apoio do grupo Alumiar, representado por Douglas Alves – no dia 28 de janeiro de 2012, na Biblioteca Municipal de Fátima-BA o Coquetel de Lançamento do seu segundo livro, “Prosa Poética Impura”, que tem como mote os fazeres, pensares e viveres dos que ousamos chamar de “catingueiros”. E que faz parte da coleção Desavessos, composta por mais outros dois títulos: “Pequenas Verdades Distraídas” e “Descontraços”.



O referido coquetel contou com a participação ímpar da Equipe do Farol do Conhecimento que devidamente uniformizada – vestindo camisas com a capa do livro estampada – abrilhantaram o evento. E do professor Marcos José que, voluntariosamente, assumiu o papel de Mestre de Cerimônias da noite. Agradeceu a presença dos que lá estavam, apresentou os cantores, Valter Oliveira e João Ricardo, que engradeceram o evento com um repertório digno e coerente; convidou os presentes a declamar alguns poemas do livro, de modo que, vale destacar, as belas leituras empreendidas por Andreia Reis Araújo (Coordenadora Pedagógica Municipal), Fábio Reis Araújo (Secretário Municipal de Administração), Francisco de Assis (licenciado em letras), Cláudia Sousa Santos (Ex-diretora e atual professora do Colégio Estadual Luiz Eduardo Magalhães), Eulane (professora da rede municipal), Jucimar (servidor da Secretária Estadual de Educação da Bahia), Amauri (acadêmico do curso de Engenharia Elétrica da UFS).

Contudo, a noite ainda teve a fala do escritor que comentou sobre o processo de confecção do livro: “Apresentando de maneira precisa e consciente uma indagação-inquietação-existencial sobre o fazer poético: “Por que escrever um livro? E ainda por cima de poesia?”, sem perder o encantamento ainda utópico com a linguagem recorreu a Leminski para dizer: “A aranha tece teias. O peixe beija e morde o que vê. Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?”. E encerrou o evento autografando os vários exemplares que foram vendidos durante a noite.
Conquanto, em relação ao livro, digo-vos que esse nos apresenta um poeta que não se acomodou, não cedeu à crise de pensamento que disfarça a preguiça e a falta de criatividade. “Prosa Poética Impura” vale a leitura!
Por: Grupo de Escritores “ALUMIAR” Associação Lumiar da Razão.