..................................................................A notícia como nunca foi.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
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¨¨¨Landisvalth Blog: Ativistas do Femen dizem que corpo é "arma poderos...: Elise Barthet - do Le Monde , na Ucrânia e do UOL. Sasha Chevtchenko exibe seu peito como se brandisse uma arma em punho. Esbelta, or...
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Alumiar fala sobre o coquetel de lançamento do livro “PROSA POÉTICA IMPURA”, de Maurício Ramonnd
O referido coquetel contou com a participação ímpar da Equipe do Farol do Conhecimento que devidamente uniformizada – vestindo camisas com a capa do livro estampada – abrilhantaram o evento. E do professor Marcos José que, voluntariosamente, assumiu o papel de Mestre de Cerimônias da noite. Agradeceu a presença dos que lá estavam, apresentou os cantores, Valter Oliveira e João Ricardo, que engradeceram o evento com um repertório digno e coerente; convidou os presentes a declamar alguns poemas do livro, de modo que, vale destacar, as belas leituras empreendidas por Andreia Reis Araújo (Coordenadora Pedagógica Municipal), Fábio Reis Araújo (Secretário Municipal de Administração), Francisco de Assis (licenciado em letras), Cláudia Sousa Santos (Ex-diretora e atual professora do Colégio Estadual Luiz Eduardo Magalhães), Eulane (professora da rede municipal), Jucimar (servidor da Secretária Estadual de Educação da Bahia), Amauri (acadêmico do curso de Engenharia Elétrica da UFS).
Contudo,
a noite ainda teve a fala do escritor que comentou sobre o processo de
confecção do livro: “Apresentando de maneira precisa e
consciente uma indagação-inquietação-existencial sobre o fazer poético: “Por
que escrever um livro? E ainda por cima de poesia?”, sem perder o encantamento
ainda utópico com a linguagem recorreu a Leminski para dizer: “A aranha tece
teias. O peixe beija e morde o que vê. Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?”. E encerrou o evento autografando os
vários exemplares que foram vendidos durante a noite.
Conquanto, em relação ao livro,
digo-vos que esse nos apresenta um poeta que não se acomodou, não cedeu à crise
de pensamento que disfarça a preguiça e a falta de criatividade. “Prosa Poética
Impura” vale a leitura!
Por: Grupo de Escritores “ALUMIAR”
– Associação Lumiar da Razão.
Metinides: A arte fotográfica da tragédia
![]() |
| Enrique Metinides |
![]() |
| Jesus Barber eletrocutado |
Em espanhol, se fala de
"notas rojas". Notícias vermelhas. Algo do tipo "espreme que sai
sangue". A parte das notícias policiais, só com tragédias exploradas ao
máximo pra vender mais jornal. E tem gente que gosta.
Mas o trabalho de Enrique
Metinides consegue mostrar alguma humanidade nas cenas de tragédias, de mortes,
da degradação. A foto que mais me chamou a atenção foi essa (a 2ª) de Jesus
Bazaldua Barber, técnico de telefonia, eletrocutado por mais de 60 mil volts,
em Toluca, em 1971. A foto até parece bonita num primeiro momento, se não se
levasse em conta que se trata de um homem morto na imagem.
Jaralambos Enrique Metinides
Tsironides (nascido em 12 de fevereiro de 1934) é um mexicano fotógrafo
conhecido por seus retratos austeros e muitas vezes terrível da vida na Cidade
do México . Ele trabalhou como fotógrafo 1949-1979 como parte da "Nota
Roja" (ou "notícias sangrentas"), tirando fotos de impedimento de
crime, homicídio, acidentes de avião e outros desastres para tablóides da
Cidade do México.
Metinides Enrique nasceu em uma
família de imigrantes gregos na Cidade do México em 12 de fevereiro de 1934.
Ele publicou sua primeira foto com a idade de 12, o que lhe valeu o apelido de
"El Niño" ("o menino").
Um ano mais tarde, tornou-se um
estagiário não remunerado ao abrigo do repórter policial para o tablóide jornal
La Prensa. Metinides começou suas fotos da carreira de crime e desastre para La
Prensa.
Ao longo de sua vida, ele tirou milhares de fotos que foram publicadas
no La Prensa, Alarma e Crimen. Muitas vezes é comparado ao fotógrafo americano
Weegee, por suas descrições duras das realidades da vida urbana.
Seu trabalho tem sido mostrado
em numerosas galerias, incluindo La Casa de América, Madrid, Espanha; Central
de Arte Guadalajara, Guadalajara , México; Museu Statens de Kunst Copenhagen,
Dinamarca; A Galeria dos Fotógrafos, Londres, Reino Unido e na Anton Kern Gallery,
New York. Atualmente vive e trabalha na Cidade do México.
Com a colaboração do blog EM
SUMA.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
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Brasil importa livro didático
Custo de produção local leva o
País a ampliar compras de países como China e Índia, com prejuízos para o
emprego no setor gráfico
Marcelo Rehder, de O Estado de
S.Paulo
SÃO PAULO - O avanço das
importações chegou ao mercado de livros didáticos. Nos bancos escolares, os
estudantes brasileiros estão estudando em livros impressos na China, Índia,
Coreia, Colômbia e Chile.
Em 2011, editoras que fornecem
material para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), do governo federal,
ampliaram em quase 70% as encomendas no exterior, estimam empresários da
indústria gráfica. Os motivos são o câmbio e o custo Brasil.
Principal cliente para as
gráficas do segmento editorial, o governo responde por 24,4% das compras de
livros no País, que somam cerca de R$ 4,5 bilhões. No ano passado, o governo
fez uma compra recorde de 170 milhões de livros didáticos para o ano letivo de
2012.
Segundo Fabio Arruda Mortara,
presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), as editoras
foram às compras no exterior, com base no argumento de que as gráficas
editoriais brasileiras não teriam condições de entregar todas as encomendas
dentro dos prazos estabelecidos nos editais.
A consequência disso foi que
boa parte das gráficas trabalhou com alguma ociosidade a partir do segundo
semestre de 2011, período em que elas costumam rodar livros didáticos. Em
dezembro, representantes dos empresários e dos trabalhadores foram ao
Ministério da Educação expor a preocupação com o crescimento nas importações.
"Já estamos perdendo
empregos", diz o presidente da Abigraf. A indústria gráfica investiu US$ 5
bilhões no Brasil nos últimos quatro anos. Um empresário paulista, que pediu
para não ser identificado, conta que demitiu 300 empregados nos últimos dois
meses, o equivalente a 25% no quadro de pessoal. Além disso, engavetou um
projeto de investimento US$ 20 milhões previsto para este ano. "Eu estava
comprando uma máquina de 64 páginas e agora não tenho mais condições", diz
o empresário.
O presidente do Fundo Nacional
de Desenvolvimento da Educação (FNDE), José Carlos Wanderley Dias de Freitas,
que participou de uma das reuniões com empresários e trabalhadores do setor,
disse ao Estado que o órgão não tem informações diretas sobre aumento nas importações
de livros didáticos.
Custo. "A relação de
contrato do CNDL é com as editoras e a impressão do livro didático não é uma
questão nossa", argumentou Freitas. "Se a editora vai fazer a
impressão no Brasil, na China, na Europa ou na América do Sul, é um problema
dela."
O avanço das importações não
aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posição aduaneira
específica para o livro didático. Mas a indústria gráfica tem algumas
sinalizações sobre o tamanho da encrenca. Uma delas é que, até 2010, as
importações de livros medidas em dólares e em toneladas caminhavam praticamente
juntas. No ano passado, porém, a quantidade de títulos do exterior saltou 62%,
para 31,1 mil toneladas, enquanto o crescimento em valor foi de apenas 27%,
para R$ 175,8 milhões.
Na avaliação dos empresários do
setor gráfico editorial, o descolamento se deve a um forte aumento na compra de
livros didáticos, que custam bem menos que a grande maioria dos livros
importados pelo País.
A presidente da Câmara
Brasileira do Livro (CBL), Karine Pansa, prefere não tomar partido no debate.
Ela fez questão de ressaltar que a entidade defende os valores éticos do
mercado, mas não interfere nas questões comerciais das editoras.
"Gostaríamos que houvesse
menos importações em todos os segmentos, não só o livreiro, para o bem do
desenvolvimento do Brasil". E acrescenta: "Sabemos que os editores
estão buscando a possibilidade de impressão em outros países porque o custo
Brasil é prejudicial nesse momento à produção nacional".
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¨¨¨Landisvalth Blog: Falência do Dnit gera corrupção e atraso no PAC: Gestão. Auditor nomeado vice-chefe do órgão levantou dados que comprovam impossibilidade de atingir eficiência na área de Transportes e co...
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Guinsburg e Tévye, o Leiteiro
Aos 91 anos, o crítico teatral,
ensaísta e fundador da editora Perspectiva Jacó Guinsburg dá sequência ao
antigo projeto de publicar autores de literatura ídiche, lançando o clássico
'Tévye, o Leiteiro', de Scholem Alekhem, com tradução sua
Antonio Gonçalves Filho - O
Estado de S.Paulo
![]() |
| J. Guinsburg (foto: Márcio Fernandes) |
Ao fundar a Editora
Perspectiva, em 1965, o professor, crítico teatral, tradutor, ensaísta e editor
Jacó Guinsburg tinha dúvidas se iria sobreviver num mercado com pouco interesse
pela cultura judaica e pelo teatro - duas de suas maiores paixões. Aos 91 anos,
em plena atividade, o diretor-presidente da Perspectiva anda às voltas com a
tradução da gramática hebraica que o filósofo Baruch Spinoza deixou incompleta.
Professor emérito da USP, Guinsburg fez do teatro a área nobre de sua editora.
Quase 200 obras - um quinto do seu catálogo - são dedicadas a ensaios sobre
mestres como Stanislavski, Brecht, Pirandello e Beckett. Agora, dois novos
títulos ampliam esse catálogo, Teatro Espanhol do Século de Ouro, coletânea
organizada por Guinsburg e Newton Cunha, e Tévye, o Leiteiro, de Scholem
Aleikhem (1859-1916), traduzido pelo editor.
Por uma dessas coincidências,
Tévye, o Leiteiro chega às livrarias um mês antes da estreia, em São Paulo, do
musical baseado no livro de Aleikhem, Um Violinista no Telhado, montagem da
dupla Charles Möeller e Cláudio Botelho (dia 22 de março, no Teatro Alfa).
Tévye, no entanto, é mais que o personagem de um popular musical da Broadway
(gênero descendente do teatro ídiche) e do filme homônimo, de 1971, vencedor de
quatro Oscars, que consagrou o ator Chaim Topol como o leiteiro exilado em
decorrência de um decreto do czar que o obriga a deixar sua aldeia. Ao escrever
a história de Tévye, um dos grandes personagens da literatura ídiche, Aleikhem
(ou Sholem Aleichem, que em hebraico significa "a paz esteja
contigo") antecipava o próprio destino, pois foram os constantes pogroms
na Rússia que levaram o escritor a se instalar em Nova York.
Ao se estabelecer nos EUA,
Aleikhem já era um dos principais representantes da literatura ídiche, tendo
produzido, até 1890, mais de 40 livros no vernáculo dos judeus do Leste
Europeu- que conquistou o território do hebraico litúrgico. A obra de Aleikhem,
diz Guinsburg, é a expressão fidedigna da vida judaica no chamado
"schtel", povoado em que viviam os judeus na Europa Oriental. Ao
retratar as mudanças por que passaram seus habitantes no fim do século 19,
desafiados pela nascente modernidade, Aleikhem fez desse confronto uma parábola
sobre os acontecimentos revolucionários que iriam mudar a face da Rússia
czarista no século 20.
"Não é preciso lembrar que
a participação dos judeus nos movimentos socialistas europeus do século passado
foi enorme", diz Guinsburg, observando, porém, que Aleikhem não era um
escritor engajado, embora fosse simpático ao sionismo. Ele defendia as causas
populares de outra forma, usando uma narrativa paródica que permitia ao homem
do "schtel" se ver refletido no espelho literário de obras como
Tévye, o Leiteiro. Nela, o protagonista interage com o autor e acaba se
impondo, oferecendo ao leitor a imagem do judeu maltratado pelo russo e,
finalmente, isolado na própria comunidade em que vive - até pelas próprias
filhas, avessas às tradições judaicas.
Ao contrário das filhas de
Tévye, Jacó Guinsburg é reverente à cultura judaica, embora seja um judeu
laico. Foi com a Coleção Judaica, série de 13 volumes dedicados a ela, que
começou a Perspectiva, vendendo em pagamentos parcelados um produto que ainda
não existia para compradores que acreditaram nele. O editor cumpriu o
compromisso em quatro anos, publicando integralmente a coleção, que ganhou um
volume adicional. Guinsburg dividiu-o em dois: o primeiro sobre o estudo da
oração e o segundo sobre a relação dos judeus com a modernidade. No entanto,
ficou a frustração de uma segunda etapa planejada para a coleção, que seria
dedicada aos melhores autores de origem judaica. Vale lembrar que Guinsburg foi
o primeiro editor de Isaac Bashevis Singer (1902-1991) no Brasil, 30 anos antes
da consagração do escritor americano de origem polonesa com o Nobel de 1978.
O editor traduziu sua coletânea
Joias do Conto Ídiche na primeira editora que fundou, a Rampa, fechada em 1947
com apenas quatro livros no catálogo. O motivo, além da falta de capital para
continuar o negócio, era o pouco interesse do mercado por obras como essa.
Naquele época, autores judeus eram pouco lidos no Brasil - e continuam sendo,
excetuando-se os mais evidentes. O projeto de publicar a coleção literária
judaica foi, então, adiado. "Nomes como (Isaac Leib) Peretz e Scholem
Aleikhem estão por trás da grande literatura de Bashevis Singer, mas são pouco
conhecidos dos leitores brasileiros", observa Guinsburg, citando uma dezena
de outros autores na mesma situação, entre eles Moshe Shamir, Mêndele e Agnon,
primeiro escritor israelense a receber o Nobel (em 1966). Ele ainda não havia
sido agraciado com o prêmio quando Guinsburg comprou os direitos de Novelas de
Jerusalém, um dos três livros seus publicados pela Perspectiva (os outros dois
são Contos de Amor e Uma História Simples).
Por essa época, o editor vivia
das aulas de crítica teatral na Escola de Arte Dramática (EAD) da USP, onde
iniciou a carreira de professor em 1964, e colaborava com regularidade no
Suplemento Literário do Estado, que se tornaria o principal órgão de divulgação
da literatura ídiche e do teatro russo (no qual Guinsburg, nascido na
Bessarábia, hoje Moldávia, é especialista). Por ter estudado filosofia na Sorbonne,
o editor, convidado pelo engenheiro têxtil Paul -Jean Monteil, trabalhou
durante dez anos na editora que o empresário francês, ex- funcionário da
Rhodia, fundou após o fim da 2.ª Guerra, a Difel (Difusão Europeia do Livro),
antes de criar a Livraria Francesa. Guinsburg lembra do fim da editora, que
depois se transformou na Bertrand Brasil e hoje pertence ao grupo Record.
"Monteil era um socialista e praticamente incentivou a greve dos seus
funcionários, que acabou no fechamento da Difel". Ele permaneceu na
editora até as portas descerem, em 1966, traduzindo e organizando coleções como
as de Diderot, mais tarde reeditada duas vezes (a última na Perspectiva).
Guinsburg pretendia criar na
Difel a Coleção Debates, por meio da qual a Perspectiva acabou se firmando como
a casa dos grande ensaios literários e filosóficos, mas se desentendeu com
Monteil e levou o projeto para sua editora recém-formada. "Ela começou
como uma sociedade fechada com muitos sócios, entre eles Celso Lafer e José
Mindlin, que nos ajudou em muitos momentos de crise, como nos anos 1970, quando
quase fomos à bancarrota."
Tudo isso porque a ampla visão
editorial de Guinsburg brigava com a empresarial. Um dos primeiros autores da
Coleção Debates - dedicada a ensaios fundamentais nas áreas de artes,
literatura, filosofia e linguística, entre outras disciplinas - foi Umberto
Eco, que, nos anos 1960, ainda não era o autor do best-seller O Nome da Rosa
(1980), mas um semiólogo para poucos. Guinsburg foi o primeiro editor
brasileiro a publicá-lo na coleção (começando com Obra Aberta, de 1962). Outros
grandes nomes da série Debates - Anatol Rosenfeld, Margaret Mead, Roman
Jakobson, Martin Buber, Abraham Moles, Gershom Scholem - pertencem ao Olimpo
acadêmico, mas não são propriamente campeões de venda. Scholem, amigo de Walter
Benjamin, era desconhecido no Brasil antes de Guinsburg publicar livros como De
Berlim a Jerusalém. Martin Buber é outro exemplo de autor introduzido aqui
graças à Perspectiva. "Porém, os lançamentos de seus livros eram praticamente
ignorados pela mídia", lembra o editor, cuja formação foi bastante
curiosa.
Sem falar línguas estrangeiras,
mas lendo em inglês, francês, espanhol, alemão, hebraico e ídiche, ele decidiu
se aprofundar nos estudos filosóficos, iniciados (com a leitura dos
materialistas históricos) quando ainda era adolescente. Esse interesse se
expandiu quando seu caminho se cruzou com o do crítico Anatol Rosenfeld
(1912-1973). O teórico, que na época dirigia a seção de letras germânicas do
Suplemento Literário do Estado, deu uma palestra da qual Guinsburg saiu
encantado. Ficaram amigos e Rosenlfeld acabou indicando seu nome para dar aulas
na Escola de Arte Dramática da USP, criada em 1948 por Alfredo Mesquita.
"Frequentei durante 14 anos os cursos de Estética de Rosenfeld, até 1972,
um ano antes de sua morte". Foram aulas bem aproveitadas, a julgar pela
coleção de Estética de sua editora, que abriga autores como Theodor Adorno e
Max Bense.
Se a influência de Rosenfeld
foi decisiva na maturidade, na infância foi um professor trotskista que jogou
nas mãos do menino Jacó livros de autores esquerdistas. Vindo da Bessarábia com
3 anos, ele frequentava na adolescência o clube judeu Cultura e Progresso no
Bom Retiro, depois transformado na Casa do Povo. "Devia ter 12 ou 13 anos
quando assisti a uma peça antirreligiosa em plena época das festas
judaicas", conta, rindo. Entre descendentes de imigrantes italianos e
filhos de soldados da PM ele cresceu, assistindo depois aos clássicos de
Shakespeare e lendo o que ele chama de "literatura de combate" (Gorki
e outros escritores russos comprometidos com a revolução que derrubaria o
czar). Guinsburg poderia ter acabado na política, mas seguiu outro caminho.
Ganharam os leitores. A Perspectiva ostenta hoje um catálogo de 1.000 títulos e
entra o ano com o projeto de publicar outros 50 até 2013. O editor não pensa em
parar. Nem em vender sua editora, comandada por ele e a esposa Guita, com quem
é casado há meio século.
TÉVYE, O LEITEIRO
Autor: Scholem Aleikhem
Organização, tradução e notas:
Jacó Guinsburg
Ilustrações: Sérgio Kon
Editora: Perspectiva (272 págs., R$ 55)
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Joilson Costa e os Destaques 2011
Evento aconteceu no Mona Pizza e a vereadora Ana Dalva, do PPS de Heliópolis, foi o destaque político regional.
| Joilson Costa ao lado de Ana Dalva, ladeados por Bernadete, Jorge Souza, Augusto e Héstia Raissa |
| Prof. Landisvalth, Zé Grilo e Ana Dalva |
| Júnior Banzaê, Landisvalth e Dr. Jairo |
Com as presenças do prefeito de Ribeira do Pombal José Lourenço Júnior (Zé Grilo), do vice-prefeito Dr. Jairo Monteiro, dos vereadores Elias Brasil, Nathan Brito, Ricardo Maia e Berguinho, de jornalistas, radialistas, empresários, artistas, num concorrido evento ocorrido nesta segunda-feira, 13, o radialista Joilson Costa homenageou dez personalidades como Destaques do ano de 2011 na região de Ribeira do Pombal. O objetivo do comunicador, como disse na abertura do evento no Mona Pizza, foi homenagear personalidades que se destacaram em suas respectivas áreas de atuação.
Os destaques regionais foram:
1- Fábio Gama (Fabinho), atleta pombalense do Bahia, pelo sucesso em 2011 e por sua ascensão ao time principal.
| Apolo, Joilson Costa e Dory Casa Nova |
2- Dory Casa Nova, cantor e compositor, pela qualidade do seu segundo CD.
| Joilson Costa entrega o diploma a Misael |
3- Misael Antônio de Souza, benfeitor da comunidade em que nasceu, povoado Pedra, com a criação, entre outras, de uma biblioteca na localidade.
| Joilson Costa e Dona Fátima |
4- Dona Fátima Bitencurtte, Fundação Nossa Senhora de Fátima, FUNSEF, pela construção da sede da entidade.
5- Vereadora Ana Dalva Reis, de Heliópolis, pelo dedicado cumprimento do papel de legisladora e fiscalizadora. No seu discurso de agradecimento a Joilson Costa, aproveitou a oportunidade para lançar sua pré-candidatura a prefeita do município de Heliópolis.
6- Nobre Delicatessen, pela coragem e grandeza do investimento recém-inaugurado.
| Marcos Planta recebe diploma pela luta contra alcoolismo |
7- Marcos Planta, pela dedicação à frente da Casa dos Alcoólicos Anônimos, em Tucano, frequentada por inúmeros pombalenses que tentam se livrar do alcoolismo.
| Dr. Alexandre Nobre e Joilson Costa |
8- Dr. Alexandre Nobre, médico, pela implantação da moderna Clinica Viva.
| Júnior (Presidente do SISMUB) e Joilson Costa |
9- José Alfredo Junior, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Banzaê, SISMUB, pela luta em busca dos direitos dos servidores do município.
10- Renilson Conceição, da RC Box, pelo sucesso profissional com a inauguração recente da sua sede própria.
| Trio de Albertino reviveu Gonzaga |
O evento teve início por volta das 21 horas e contou com apresentação teatral e trio de forró pé-de-serra. O intuito era também prestar uma homenagem a Luís Gonzaga que, se estivesse vivo, faria 100 anos. Para isso, Zé Dudu e o cantor Albertino Gonzaga só cantaram sucessos de Rei do Baião. Joilson Costa é atualmente um dos principais profissionais da imprensa regional, e realizou o evento como parte das comemorações de 24 anos de trabalho e dedicação ao rádio pombalense. Todas as manhãs, na Pombal FM, é o apresentador do Programa Rádio Revista, líder de audiência no horário. Ainda no evento, Joilson Costa entregou ao prefeito de Ribeira do Pombal alguns exemplares do livro A esquerda bastarda, do professor Landisvalth Lima, como doação para a biblioteca municipal.
Com informações complementares da Folha Pombalense e do jornalista Jorge Souza, do jornal Impacto Notícias.
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