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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Alumiar fala sobre o coquetel de lançamento do livro “PROSA POÉTICA IMPURA”, de Maurício Ramonnd


O escritor, Maurício Ramonnd, realizou – com o apoio do grupo Alumiar, representado por Douglas Alves – no dia 28 de janeiro de 2012, na Biblioteca Municipal de Fátima-BA o Coquetel de Lançamento do seu segundo livro, “Prosa Poética Impura”, que tem como mote os fazeres, pensares e viveres dos que ousamos chamar de “catingueiros”. E que faz parte da coleção Desavessos, composta por mais outros dois títulos: “Pequenas Verdades Distraídas” e “Descontraços”.



O referido coquetel contou com a participação ímpar da Equipe do Farol do Conhecimento que devidamente uniformizada – vestindo camisas com a capa do livro estampada – abrilhantaram o evento. E do professor Marcos José que, voluntariosamente, assumiu o papel de Mestre de Cerimônias da noite. Agradeceu a presença dos que lá estavam, apresentou os cantores, Valter Oliveira e João Ricardo, que engradeceram o evento com um repertório digno e coerente; convidou os presentes a declamar alguns poemas do livro, de modo que, vale destacar, as belas leituras empreendidas por Andreia Reis Araújo (Coordenadora Pedagógica Municipal), Fábio Reis Araújo (Secretário Municipal de Administração), Francisco de Assis (licenciado em letras), Cláudia Sousa Santos (Ex-diretora e atual professora do Colégio Estadual Luiz Eduardo Magalhães), Eulane (professora da rede municipal), Jucimar (servidor da Secretária Estadual de Educação da Bahia), Amauri (acadêmico do curso de Engenharia Elétrica da UFS).

Contudo, a noite ainda teve a fala do escritor que comentou sobre o processo de confecção do livro: “Apresentando de maneira precisa e consciente uma indagação-inquietação-existencial sobre o fazer poético: “Por que escrever um livro? E ainda por cima de poesia?”, sem perder o encantamento ainda utópico com a linguagem recorreu a Leminski para dizer: “A aranha tece teias. O peixe beija e morde o que vê. Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?”. E encerrou o evento autografando os vários exemplares que foram vendidos durante a noite.
Conquanto, em relação ao livro, digo-vos que esse nos apresenta um poeta que não se acomodou, não cedeu à crise de pensamento que disfarça a preguiça e a falta de criatividade. “Prosa Poética Impura” vale a leitura!
Por: Grupo de Escritores “ALUMIAR” Associação Lumiar da Razão. 

Metinides: A arte fotográfica da tragédia

Enrique Metinides
Jesus Barber eletrocutado
Em espanhol, se fala de "notas rojas". Notícias vermelhas. Algo do tipo "espreme que sai sangue". A parte das notícias policiais, só com tragédias exploradas ao máximo pra vender mais jornal. E tem gente que gosta.
Mas o trabalho de Enrique Metinides consegue mostrar alguma humanidade nas cenas de tragédias, de mortes, da degradação. A foto que mais me chamou a atenção foi essa (a 2ª) de Jesus Bazaldua Barber, técnico de telefonia, eletrocutado por mais de 60 mil volts, em Toluca, em 1971. A foto até parece bonita num primeiro momento, se não se levasse em conta que se trata de um homem morto na imagem.  
Jaralambos Enrique Metinides Tsironides (nascido em 12 de fevereiro de 1934) é um mexicano fotógrafo conhecido por seus retratos austeros e muitas vezes terrível da vida na Cidade do México . Ele trabalhou como fotógrafo 1949-1979 como parte da "Nota Roja" (ou "notícias sangrentas"), tirando fotos de impedimento de crime, homicídio, acidentes de avião e outros desastres para tablóides da Cidade do México.
Metinides Enrique nasceu em uma família de imigrantes gregos na Cidade do México em 12 de fevereiro de 1934. Ele publicou sua primeira foto com a idade de 12, o que lhe valeu o apelido de "El Niño" ("o menino"). 
Um ano mais tarde, tornou-se um estagiário não remunerado ao abrigo do repórter policial para o tablóide jornal La Prensa. Metinides começou suas fotos da carreira de crime e desastre para La Prensa. 
Ao longo de sua vida, ele tirou milhares de fotos que foram publicadas no La Prensa, Alarma e Crimen. Muitas vezes é comparado ao fotógrafo americano Weegee, por suas descrições duras das realidades da vida urbana.
Seu trabalho tem sido mostrado em numerosas galerias, incluindo La Casa de América, Madrid, Espanha; Central de Arte Guadalajara, Guadalajara , México; Museu Statens de Kunst Copenhagen, Dinamarca; A Galeria dos Fotógrafos, Londres, Reino Unido e na Anton Kern Gallery, New York. Atualmente vive e trabalha na Cidade do México.
Com a colaboração do blog EM SUMA. 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

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Brasil importa livro didático


Custo de produção local leva o País a ampliar compras de países como China e Índia, com prejuízos para o emprego no setor gráfico
Marcelo Rehder, de O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - O avanço das importações chegou ao mercado de livros didáticos. Nos bancos escolares, os estudantes brasileiros estão estudando em livros impressos na China, Índia, Coreia, Colômbia e Chile.
Em 2011, editoras que fornecem material para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), do governo federal, ampliaram em quase 70% as encomendas no exterior, estimam empresários da indústria gráfica. Os motivos são o câmbio e o custo Brasil.
Principal cliente para as gráficas do segmento editorial, o governo responde por 24,4% das compras de livros no País, que somam cerca de R$ 4,5 bilhões. No ano passado, o governo fez uma compra recorde de 170 milhões de livros didáticos para o ano letivo de 2012.
Segundo Fabio Arruda Mortara, presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), as editoras foram às compras no exterior, com base no argumento de que as gráficas editoriais brasileiras não teriam condições de entregar todas as encomendas dentro dos prazos estabelecidos nos editais.
A consequência disso foi que boa parte das gráficas trabalhou com alguma ociosidade a partir do segundo semestre de 2011, período em que elas costumam rodar livros didáticos. Em dezembro, representantes dos empresários e dos trabalhadores foram ao Ministério da Educação expor a preocupação com o crescimento nas importações.
"Já estamos perdendo empregos", diz o presidente da Abigraf. A indústria gráfica investiu US$ 5 bilhões no Brasil nos últimos quatro anos. Um empresário paulista, que pediu para não ser identificado, conta que demitiu 300 empregados nos últimos dois meses, o equivalente a 25% no quadro de pessoal. Além disso, engavetou um projeto de investimento US$ 20 milhões previsto para este ano. "Eu estava comprando uma máquina de 64 páginas e agora não tenho mais condições", diz o empresário.
O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), José Carlos Wanderley Dias de Freitas, que participou de uma das reuniões com empresários e trabalhadores do setor, disse ao Estado que o órgão não tem informações diretas sobre aumento nas importações de livros didáticos.
Custo. "A relação de contrato do CNDL é com as editoras e a impressão do livro didático não é uma questão nossa", argumentou Freitas. "Se a editora vai fazer a impressão no Brasil, na China, na Europa ou na América do Sul, é um problema dela."
O avanço das importações não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posição aduaneira específica para o livro didático. Mas a indústria gráfica tem algumas sinalizações sobre o tamanho da encrenca. Uma delas é que, até 2010, as importações de livros medidas em dólares e em toneladas caminhavam praticamente juntas. No ano passado, porém, a quantidade de títulos do exterior saltou 62%, para 31,1 mil toneladas, enquanto o crescimento em valor foi de apenas 27%, para R$ 175,8 milhões.
Na avaliação dos empresários do setor gráfico editorial, o descolamento se deve a um forte aumento na compra de livros didáticos, que custam bem menos que a grande maioria dos livros importados pelo País.
A presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Karine Pansa, prefere não tomar partido no debate. Ela fez questão de ressaltar que a entidade defende os valores éticos do mercado, mas não interfere nas questões comerciais das editoras.
"Gostaríamos que houvesse menos importações em todos os segmentos, não só o livreiro, para o bem do desenvolvimento do Brasil". E acrescenta: "Sabemos que os editores estão buscando a possibilidade de impressão em outros países porque o custo Brasil é prejudicial nesse momento à produção nacional".

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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Guinsburg e Tévye, o Leiteiro


Aos 91 anos, o crítico teatral, ensaísta e fundador da editora Perspectiva Jacó Guinsburg dá sequência ao antigo projeto de publicar autores de literatura ídiche, lançando o clássico 'Tévye, o Leiteiro', de Scholem Alekhem, com tradução sua
Antonio Gonçalves Filho - O Estado de S.Paulo
J. Guinsburg (foto: Márcio Fernandes)
Ao fundar a Editora Perspectiva, em 1965, o professor, crítico teatral, tradutor, ensaísta e editor Jacó Guinsburg tinha dúvidas se iria sobreviver num mercado com pouco interesse pela cultura judaica e pelo teatro - duas de suas maiores paixões. Aos 91 anos, em plena atividade, o diretor-presidente da Perspectiva anda às voltas com a tradução da gramática hebraica que o filósofo Baruch Spinoza deixou incompleta. Professor emérito da USP, Guinsburg fez do teatro a área nobre de sua editora. Quase 200 obras - um quinto do seu catálogo - são dedicadas a ensaios sobre mestres como Stanislavski, Brecht, Pirandello e Beckett. Agora, dois novos títulos ampliam esse catálogo, Teatro Espanhol do Século de Ouro, coletânea organizada por Guinsburg e Newton Cunha, e Tévye, o Leiteiro, de Scholem Aleikhem (1859-1916), traduzido pelo editor.
Por uma dessas coincidências, Tévye, o Leiteiro chega às livrarias um mês antes da estreia, em São Paulo, do musical baseado no livro de Aleikhem, Um Violinista no Telhado, montagem da dupla Charles Möeller e Cláudio Botelho (dia 22 de março, no Teatro Alfa). Tévye, no entanto, é mais que o personagem de um popular musical da Broadway (gênero descendente do teatro ídiche) e do filme homônimo, de 1971, vencedor de quatro Oscars, que consagrou o ator Chaim Topol como o leiteiro exilado em decorrência de um decreto do czar que o obriga a deixar sua aldeia. Ao escrever a história de Tévye, um dos grandes personagens da literatura ídiche, Aleikhem (ou Sholem Aleichem, que em hebraico significa "a paz esteja contigo") antecipava o próprio destino, pois foram os constantes pogroms na Rússia que levaram o escritor a se instalar em Nova York.
Ao se estabelecer nos EUA, Aleikhem já era um dos principais representantes da literatura ídiche, tendo produzido, até 1890, mais de 40 livros no vernáculo dos judeus do Leste Europeu- que conquistou o território do hebraico litúrgico. A obra de Aleikhem, diz Guinsburg, é a expressão fidedigna da vida judaica no chamado "schtel", povoado em que viviam os judeus na Europa Oriental. Ao retratar as mudanças por que passaram seus habitantes no fim do século 19, desafiados pela nascente modernidade, Aleikhem fez desse confronto uma parábola sobre os acontecimentos revolucionários que iriam mudar a face da Rússia czarista no século 20.
"Não é preciso lembrar que a participação dos judeus nos movimentos socialistas europeus do século passado foi enorme", diz Guinsburg, observando, porém, que Aleikhem não era um escritor engajado, embora fosse simpático ao sionismo. Ele defendia as causas populares de outra forma, usando uma narrativa paródica que permitia ao homem do "schtel" se ver refletido no espelho literário de obras como Tévye, o Leiteiro. Nela, o protagonista interage com o autor e acaba se impondo, oferecendo ao leitor a imagem do judeu maltratado pelo russo e, finalmente, isolado na própria comunidade em que vive - até pelas próprias filhas, avessas às tradições judaicas.
Ao contrário das filhas de Tévye, Jacó Guinsburg é reverente à cultura judaica, embora seja um judeu laico. Foi com a Coleção Judaica, série de 13 volumes dedicados a ela, que começou a Perspectiva, vendendo em pagamentos parcelados um produto que ainda não existia para compradores que acreditaram nele. O editor cumpriu o compromisso em quatro anos, publicando integralmente a coleção, que ganhou um volume adicional. Guinsburg dividiu-o em dois: o primeiro sobre o estudo da oração e o segundo sobre a relação dos judeus com a modernidade. No entanto, ficou a frustração de uma segunda etapa planejada para a coleção, que seria dedicada aos melhores autores de origem judaica. Vale lembrar que Guinsburg foi o primeiro editor de Isaac Bashevis Singer (1902-1991) no Brasil, 30 anos antes da consagração do escritor americano de origem polonesa com o Nobel de 1978.
O editor traduziu sua coletânea Joias do Conto Ídiche na primeira editora que fundou, a Rampa, fechada em 1947 com apenas quatro livros no catálogo. O motivo, além da falta de capital para continuar o negócio, era o pouco interesse do mercado por obras como essa. Naquele época, autores judeus eram pouco lidos no Brasil - e continuam sendo, excetuando-se os mais evidentes. O projeto de publicar a coleção literária judaica foi, então, adiado. "Nomes como (Isaac Leib) Peretz e Scholem Aleikhem estão por trás da grande literatura de Bashevis Singer, mas são pouco conhecidos dos leitores brasileiros", observa Guinsburg, citando uma dezena de outros autores na mesma situação, entre eles Moshe Shamir, Mêndele e Agnon, primeiro escritor israelense a receber o Nobel (em 1966). Ele ainda não havia sido agraciado com o prêmio quando Guinsburg comprou os direitos de Novelas de Jerusalém, um dos três livros seus publicados pela Perspectiva (os outros dois são Contos de Amor e Uma História Simples).
Por essa época, o editor vivia das aulas de crítica teatral na Escola de Arte Dramática (EAD) da USP, onde iniciou a carreira de professor em 1964, e colaborava com regularidade no Suplemento Literário do Estado, que se tornaria o principal órgão de divulgação da literatura ídiche e do teatro russo (no qual Guinsburg, nascido na Bessarábia, hoje Moldávia, é especialista). Por ter estudado filosofia na Sorbonne, o editor, convidado pelo engenheiro têxtil Paul -Jean Monteil, trabalhou durante dez anos na editora que o empresário francês, ex- funcionário da Rhodia, fundou após o fim da 2.ª Guerra, a Difel (Difusão Europeia do Livro), antes de criar a Livraria Francesa. Guinsburg lembra do fim da editora, que depois se transformou na Bertrand Brasil e hoje pertence ao grupo Record. "Monteil era um socialista e praticamente incentivou a greve dos seus funcionários, que acabou no fechamento da Difel". Ele permaneceu na editora até as portas descerem, em 1966, traduzindo e organizando coleções como as de Diderot, mais tarde reeditada duas vezes (a última na Perspectiva).
Guinsburg pretendia criar na Difel a Coleção Debates, por meio da qual a Perspectiva acabou se firmando como a casa dos grande ensaios literários e filosóficos, mas se desentendeu com Monteil e levou o projeto para sua editora recém-formada. "Ela começou como uma sociedade fechada com muitos sócios, entre eles Celso Lafer e José Mindlin, que nos ajudou em muitos momentos de crise, como nos anos 1970, quando quase fomos à bancarrota."
Tudo isso porque a ampla visão editorial de Guinsburg brigava com a empresarial. Um dos primeiros autores da Coleção Debates - dedicada a ensaios fundamentais nas áreas de artes, literatura, filosofia e linguística, entre outras disciplinas - foi Umberto Eco, que, nos anos 1960, ainda não era o autor do best-seller O Nome da Rosa (1980), mas um semiólogo para poucos. Guinsburg foi o primeiro editor brasileiro a publicá-lo na coleção (começando com Obra Aberta, de 1962). Outros grandes nomes da série Debates - Anatol Rosenfeld, Margaret Mead, Roman Jakobson, Martin Buber, Abraham Moles, Gershom Scholem - pertencem ao Olimpo acadêmico, mas não são propriamente campeões de venda. Scholem, amigo de Walter Benjamin, era desconhecido no Brasil antes de Guinsburg publicar livros como De Berlim a Jerusalém. Martin Buber é outro exemplo de autor introduzido aqui graças à Perspectiva. "Porém, os lançamentos de seus livros eram praticamente ignorados pela mídia", lembra o editor, cuja formação foi bastante curiosa.
Sem falar línguas estrangeiras, mas lendo em inglês, francês, espanhol, alemão, hebraico e ídiche, ele decidiu se aprofundar nos estudos filosóficos, iniciados (com a leitura dos materialistas históricos) quando ainda era adolescente. Esse interesse se expandiu quando seu caminho se cruzou com o do crítico Anatol Rosenfeld (1912-1973). O teórico, que na época dirigia a seção de letras germânicas do Suplemento Literário do Estado, deu uma palestra da qual Guinsburg saiu encantado. Ficaram amigos e Rosenlfeld acabou indicando seu nome para dar aulas na Escola de Arte Dramática da USP, criada em 1948 por Alfredo Mesquita. "Frequentei durante 14 anos os cursos de Estética de Rosenfeld, até 1972, um ano antes de sua morte". Foram aulas bem aproveitadas, a julgar pela coleção de Estética de sua editora, que abriga autores como Theodor Adorno e Max Bense.

Se a influência de Rosenfeld foi decisiva na maturidade, na infância foi um professor trotskista que jogou nas mãos do menino Jacó livros de autores esquerdistas. Vindo da Bessarábia com 3 anos, ele frequentava na adolescência o clube judeu Cultura e Progresso no Bom Retiro, depois transformado na Casa do Povo. "Devia ter 12 ou 13 anos quando assisti a uma peça antirreligiosa em plena época das festas judaicas", conta, rindo. Entre descendentes de imigrantes italianos e filhos de soldados da PM ele cresceu, assistindo depois aos clássicos de Shakespeare e lendo o que ele chama de "literatura de combate" (Gorki e outros escritores russos comprometidos com a revolução que derrubaria o czar). Guinsburg poderia ter acabado na política, mas seguiu outro caminho. Ganharam os leitores. A Perspectiva ostenta hoje um catálogo de 1.000 títulos e entra o ano com o projeto de publicar outros 50 até 2013. O editor não pensa em parar. Nem em vender sua editora, comandada por ele e a esposa Guita, com quem é casado há meio século.
TÉVYE, O LEITEIRO
Autor: Scholem Aleikhem
Organização, tradução e notas: Jacó Guinsburg
Ilustrações: Sérgio Kon
Editora: Perspectiva (272 págs., R$ 55)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Joilson Costa e os Destaques 2011


Evento aconteceu no Mona Pizza e a vereadora Ana Dalva, do PPS de Heliópolis, foi o destaque político regional.
Joilson Costa ao lado de Ana Dalva, ladeados por Bernadete, Jorge Souza, Augusto e Héstia Raissa
Prof. Landisvalth, Zé Grilo e Ana Dalva
Júnior Banzaê, Landisvalth e Dr. Jairo
     Com as presenças do prefeito de Ribeira do Pombal José Lourenço Júnior (Zé Grilo), do vice-prefeito Dr. Jairo Monteiro, dos vereadores Elias Brasil, Nathan Brito, Ricardo Maia e Berguinho, de jornalistas, radialistas, empresários, artistas, num concorrido evento ocorrido nesta segunda-feira, 13, o radialista Joilson Costa homenageou dez personalidades como Destaques do ano de 2011 na região de Ribeira do Pombal. O objetivo do comunicador, como disse na abertura do evento no Mona Pizza, foi homenagear personalidades que se destacaram em suas respectivas áreas de atuação.
     Os destaques regionais foram:
1- Fábio Gama (Fabinho), atleta pombalense do Bahia, pelo sucesso em 2011 e por sua ascensão ao time principal.
Apolo, Joilson Costa e Dory Casa Nova
2- Dory Casa Nova, cantor e compositor, pela qualidade do seu segundo CD.
Joilson Costa entrega o diploma a Misael
3- Misael Antônio de Souza, benfeitor da comunidade em que nasceu, povoado Pedra, com a criação, entre outras, de uma biblioteca na localidade.
Joilson Costa e Dona Fátima
4- Dona Fátima Bitencurtte, Fundação Nossa Senhora de Fátima, FUNSEF, pela construção da sede da entidade.
5- Vereadora Ana Dalva Reis, de Heliópolis, pelo dedicado cumprimento do papel de legisladora e fiscalizadora. No seu discurso de agradecimento a Joilson Costa, aproveitou a oportunidade para lançar sua pré-candidatura a prefeita do município de Heliópolis.
6- Nobre Delicatessen, pela coragem e grandeza do investimento recém-inaugurado.
Marcos Planta recebe diploma pela luta contra alcoolismo
7- Marcos Planta, pela dedicação à frente da Casa dos Alcoólicos Anônimos, em Tucano, frequentada por inúmeros pombalenses que tentam se livrar do alcoolismo.  
Dr. Alexandre Nobre e Joilson Costa
8- Dr. Alexandre Nobre, médico, pela implantação da moderna Clinica Viva.
Júnior (Presidente do SISMUB) e Joilson Costa
9- José Alfredo Junior, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Banzaê, SISMUB, pela luta em busca dos direitos dos servidores do município.
10- Renilson Conceição, da RC Box, pelo sucesso profissional com a inauguração recente da sua sede própria.
Trio de Albertino reviveu Gonzaga

     O evento teve início por volta das 21 horas e contou com apresentação teatral e trio de forró pé-de-serra. O intuito era também prestar uma homenagem a Luís Gonzaga que, se estivesse vivo, faria 100 anos. Para isso, Zé Dudu e o cantor Albertino Gonzaga só cantaram sucessos de Rei do Baião. Joilson Costa é atualmente um dos principais profissionais da imprensa regional, e realizou o evento como parte das comemorações de 24 anos de trabalho e dedicação ao rádio pombalense. Todas as manhãs, na Pombal FM, é o apresentador do Programa Rádio Revista, líder de audiência no horário. Ainda no evento, Joilson Costa entregou ao prefeito de Ribeira do Pombal alguns exemplares do livro A esquerda bastarda, do professor Landisvalth Lima, como doação para a biblioteca municipal.
     Com informações complementares da Folha Pombalense e do jornalista Jorge Souza, do jornal Impacto Notícias.